quarta-feira, 28 de julho de 2010

O novo dia chegou!

Viva!!!!!! O novo dia chegou!


São 4 anos de Palavra Escrita! (Fora os anos desta que vos fala!)

E ao longo do dia, pensei nestes 4 anos de existência do blog. Para isso, reli os textos publicados nos anos anteriores.

No primeiro ano de vida, por algum motivo que desconheço, não postei nada sobre o aniversário do Palavra Escrita. Entretanto, fiz referência ao aniversário do blog, mas não redigi nada falando sobre isso. No segundo ano, falei do leitor e da sua importância para a existência do texto. No caso do blog, comento que são poucos leitores, porém, são fieis e timidamente participantes.

No terceiro ano, falei dos leitores também, e que seu número tinha aumentado significamente. Tanto que em alguns casos, o Palavra Escrita foi usado como aula, citação em trabalho escolar e em coluna sobre literatura. E agora no quarto ano, sobre o que vou escrever?

Sobre paixão. Paixão pela palavra, pela palavra escrita.

Por mais que eu pare, volte, pare de novo e assim por diante, adoro escrever. Descobri que escrever é minha salvação. Às vezes a preguiça aparece, mas ainda sim, escrever faz parte da minha vida. Assim como a Literatura, os livros, os HQ’s, etc., etc., etc..

Na verdade, descobri que escrever e ler alimentam minha alma; estimulam e alegram minha vida. E por mais que demore, enrole, pare de escrever ou de ler, a paixão não diminui. Pelo contrário, ela cresce, ainda que às vezes diminua a velocidade de seu caminhar!


terça-feira, 27 de julho de 2010

Vamos dançar!!!

A espera de um novo dia!

A sensação é estranha e ao mesmo tempo prazerosa. É como se de repente as coisas tomassem um novo rumo. O caminho que se seguia transforma-se completamente.

Mudar. Por mais que seja apenas um aniversário, é o meu aniversário. É a possibilidade de que agora, com mais experiência, eu lide melhor com os desafios que a vida me oferecer.

Mas enquanto a mudança não ocorre, eu olho o céu e desejo um novo dia!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Repete!

Quantas vezes você consegue ler o mesmo texto, assistir ao mesmo filme ou ouvir a mesma música?

Durante os últimos meses, enquanto ensaiava meu retorno ao Palavra Escrita, notei que estava lendo, assistindo e ouvindo muito a mesma coisa. Dessas três modalidades, as que mais se repetem são o ler e o ouvir.

De repente, comecei a ouvir não uma, ou duas, ou três vezes, mas incontáveis vezes o mesmo CD ou seria os mesmos CDs?, que são ouvidos milhões de vezes no decorrer do dia. O mesmo ocorre com a leitura: tenho relido alguns textos a exaustão. Já perdi as contas de quantas vezes reli determinado texto.

E o que há de estranho nisso? Soa esquisito reler um certo texto ou ouvir sempre a mesma canção ou CD? Ou quem sabe, rever o mesmo filme?

Segundo os comentários, postados anteriormente, tudo isso é relativo ou depende da paciência, do gosto. Porém, todos focaram num ponto importante: quando se gosta do texto, da música ou do filme, repetir é sempre bom.

Entretanto, essa repetição tem se revelado engraçada, pelo menos para mim. Por mais que eu tente não ouvir a mesma música, quando abro o Media Play, escuto SEMPRE as mesmas! É praxe ouvir pelo menos uma vez no dia, as trilhas sonoras dos filmes: TRANSFORMERS – The Movie e TRANSFORMERS, de 2007. (Recomendo a trilha sonora do primeiro filme, que é de 1986, assim como a própria animação, do mesmo ano. Sim. É desenho. Ou você pensou que o filme do Bay era novidade?). Seguida da trilha de Notting Hill Soundtrack (Tem lindas músicas, especialmente “When you say nothing at all” de Ronan Keating.)

Engraçado, não? Alguém poderá dizer que é doideira ou algo próximo disso, mas ouvir todo dia o mesmo CD nunca é.... demais! Ao ouvir sempre a mesma canção é como se eu tentasse manter a emoção viva. As músicas que estão nos CDs indicados acima, deixam-me tão leve e relaxada que não é possível ouvir só uma vez. É clichê, porém, ouvir boa música é como viajar, sonhar... É claro que a melodia, a letra da música colabora muito para repeti-la muitas vezes e sempre.

Isso vale também para a releitura. Então me vem à mente a fala de Clarice Lispector.

Em sua última entrevista dada em 1977, ao jornalista Júlio Lerner*, Clarice comentou que ganha os leitores de seus textos na releitura. Ou seja, é relendo seus romances e contos, que o leitor torna-se leitor assíduo dela. E qual seria a relação entre Literatura e releitura?

A resposta é simples: reviver a emoção, observar detalhes que na primeira leitura passaram despercebidos. Como estudiosa da Literatura, reler um texto é essencial, pois é impossível captar numa primeira leitura todas as particularidades da obra, esteja ela em prosa ou em verso. No caso de Clarice Lispector, por exemplo, ao reler seus textos, SEMPRE, descobrem-se novas cores, novos ângulos... é quase como se visualizássemos uma nova paisagem. Uma paisagem que anteriormente não foi vista ou lida.

Além disso, quando se encontra um texto, como, por exemplo, “Amor”, publicado em Laços de família, é praticamente impossível não ler mais de uma vez. Na verdade, depois da terceira leitura, perdi a conta de quantas vezes li esse conto de Clarice Lispector.

Quanto à pergunta feita no poste anterior e retomada neste, confesso que já perdi a conta de quantas vezes li, ouvi ou assistir à mesma coisa. Entretanto, para não passar a impressão de desligada, aqui vão os números.








Perdão, mas a calculadora aqui deu erro e parou no 999999999!






*Entrevista de Clarice Lispector dada ao jornalista Júlio Lermer pode ser vista no Youtube. Para ver a primeira parte da entrevista, entre aqui.

Agradeço também os comentários do Joakim Antonio, da Ellen A. e das Letras, as palavras resumindo as histórias que ajudaram a compor a minha resposta post. Valeu!

domingo, 18 de julho de 2010

Palavra Escrita pergunta.

Caríssimo leitor, quantas vezes você consegue assistir ou ler ou ouvir a mesma coisa?



Respostas nos comentários.







Já a minha, vem no próximo post! Até lá!

Oh preguiiiiiiiiiiiiiiiça danada!!!



A preguiça é algo tanto bom como ruim. Bom, pois é legal não fazer nada, especialmente quando se precisa fazer algo. Ruim, porque em excesso, você não faz nada do que realmente precisa fazer!

É contraditório, mas diante da preguiça, aguda que me ataca no momento, só poderia sair um texto preguiçosamente contraditório!






Foto da onça preguiçosa: Ferinha 10!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Agora é oficial: Quem vai sempre volta!

Voltei. E definitivamente, diga-se de passagem!

Depois de um hiato de mais de dois meses, retorno ansiosa por escrever, uma vez que escrever é uma das minhas paixões. Apesar disso, parei com o blog e com outras coisas relacionadas à escrita. Foi uma pausa necessária para organizar as ideias, os sentimentos e, principalmente, a vida.

Após o desencarne da minha amiga e editora chefe Tatiana Monteiro, confesso que perdi o rumo completamente. Foi um baque! De repente, de um dia para o outro tudo que estava certo... ficou errado? Não. O que estava estabelecido saiu dos eixos. E retornar tornou-se mais complicado do que imaginava. Mesmo com o senso de responsabilidade online, escrever não estava entre as prioridades. Tanto que a coluna Conversa Metafórica! foi para o limbo.

Isso não significa que ela não volte, mas, por enquanto, a coluna destinada a Literatura, minha outra paixão, está em estase, esperando o momento certo para renascer. Até lá, voltemos a fazer coisas simples, como redescobri antigas paixões, como a música.

Para seguir em frente depois de tantas transformações, o jeito foi partir para música. Nos últimos meses, passei a ouvir tanta música que ainda não sei como não furei o HD do computador! E foi escutando tanto uma mesma música, no caso Dare, do Stan Bush, que entendi que às vezes desistir é o esperado. Porém, continuar... isso sim é ousado.

Detesto quando as coisas não saem como eu planejei. Todo plano de ação milimetricamente arquitetado durante dias, semanas, meses, anos fogem do esperado, é como se eu entrasse em pane! E foi assim que me senti nestes meses: em pane. Devo ainda estar em pane, mas chega uma hora que ficar imóvel não resolve nada. Pelo contrário, angustia ainda mais.

Entretanto, não volto porque a angustia ou a responsabilidades pesaram. Volto porque sinto falta das palavras brotando na minha mente e ganhado consistências na tela do micro. Volto porque a saudade de escrever foi tanta que só escrevendo posso acalmar o medo de não conseguir mais escrever!