sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Dia Mundial Sem Carro, mas com muita Poesia!


Poema Todo Verde, Cyro de Mattos*
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O verde de todas as chuvas
escorrendo em chão de infância
amado nas flores ideais.
O verso de todos os ventos
brincando na várzea intensa
amanho de eterna paz.
O verde de todos os pássaros
cantando na irmandade dos ares
aragem de rações iguais.
O verde de todos os sóis
iluminando geografias impossíveis,
armadura de colheitas matinais.
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Carregado de verde nas nuvens
molhar o mundo fero e solitário
pelos quatro cantos cardeais.

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*Jornal da Poesia

Dia Mundial Sem Carro!

Desta campanha já participo algum tempo, pois não tenho carro. E cada dia que passa, percebo que ter um, é piorar o que já está péssimo: a cidade de São Paulo! Tudo aqui tem piorado: transito poluição, barulho! Fico imaginando como será o futuro da cidade da garoa no próximo século. Melhor ficar com o próximo ano, porque de repente o próximo século pode não chegar!
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Trágico não? Realmente! E quem me conhece sabe que sou bastante otimista! Logo, acredito que essa situação negra pode mudar, porém será necessário algum esforço, como não usar o carro hoje, dia 22 de setembro. E quem sabe, não usar o carro todo dia 22 do mês! São Paulo e os pulmões agradeceriam muito!
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Vale observar também que isso não se restringe apenas a São Paulo, mas é uma idéia mundial. À medida que o gás carbônico cresce e domina a paisagem, o colorido da Natureza e o ar puro dos pulmões e do mundo minguam signficamente! Ou seja, ou se diminui o negro poluidor dos automóveis, ou num futuro não muito distante, cadê a otimista?, o PLANETA AZUL terá que mudar de nome para PLANETA PRETO. Preto de poluição, de fuligem, de gás carbônico...

domingo, 16 de setembro de 2007

Por que este blog tem tanta LITERATURA

Recentemente lancei uma pergunta muito importante. Por que este blog posta tanta Literatura? Esperava muitas respostas, mas infelizmente elas não chegaram. Na verdade, elas chegaram, porém não na quantidade imaginada. Tanto que alguém ai está dizendo:
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"Quantidade não é qualidade!!!"
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Sim!, quantidade nunca foi qualidade, ao contário, qualidade é muito melhor que quantidade! Contudo, isso não se aplica a doces, principalmente, se estes forem deliciosos! E devo confessar que a resposta recebida foi deliciosamente divina!
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"Anônimo disse...
Sei lá... talvez porque Literatura seja a única coisa publicável neste mundo...rsrsrs!"
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Dada por um amigo, que de anônimo não tem nada, a resposta acima foi certeira e direta! Revelou sem dó e piedade que no mundo só há uma coisa publicável: Literatura! E o meu querido amigo está certo! Literatura é a única coisa publicável neste mundo e nos outros espalhados por ai! Apesar de mal tratada, despresada, odiada por alguns, especialmente por aqueles que não sabem nada da vida, (vocês sabem de quem estou falando né?), noto que ela, ao poucos, vai ganhando espaço. Pode ser um espaço mínimo, minúsculo, mas está ganhando. Tanto que vou ajudar duas jovens com pouco mais de 13, 14 anos a montarem uma sala literária, numa feira cultural!
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Por essa e outras questões, que o mundo só terá mais cor, se houver LITERATURA. Claro que estou delirando, mas imagine a vida sem delírios, sonhos, fantasias, ficções? No mínimo, ela seria muito DENOTATIVA ou com cara de DICIONÁRIO.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Uma resposta para A pergunta que não quer calar!

Para aqueles que não conseguem espera mais, solucionaremos tal mistério em breve. Aguarde os próximos capítulos de...
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POR QUE ESTE BLOG TEM TANTA LITERATURA.
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A pergunta que não quer calar!

Caro Leitor ou Leitora deste belo espaço virtual chamado blog.
Alguma vez, ao longo deste belo primeiro ano de vida, vocês se perguntaram por que eu, dona deste blog, posto tanta poesia, contos, romances, etc.., enfim, publico LITERATURA?
Alguém? Eh, você ai no fundo da tela, sabe por quê? E o senhor ai, de camisa ou camiseta? Sabe? E a senhorita de olhar fixo e sério? Sabe por que aqui tem tanta Literatura?
Um bom tempo depois... Aguardo, ainda, uma bela resposta para essa tão bela pergunta!

Mudei de casa, mas não mudei a preguiça!

Confesso! Sou preguiçosa! E depois de uma mudança bastante tumultuada, ela só poderia aumentar. Mas devagar vou despreguiçando o pensamento, as mãos, os dedos e a vida.
De repente, lembrei-me de um poema de Carlos Drummond de Andrade. O poema em especial é "Poema de sete faces" e o trecho é o seguinte:

"Mundo mundo vasto mundo
se eu me chamasse Raimundo,
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração."
 
 
Realmente, se meu nome fosse Raimundo... Mas não. Não me chamo Raimundo, porém o mundo me é vasto. Sinto-me pequena diante dele. Sinto-me miníma diante dele. Eu sou microscópica diante dele. Apesar disso, sinto que posso conquistá-lo e dominá-lo. Será?
 
 
Não. Não posso té-lo, pois a preguiça ainda me persegue e me domina, mas será por muito, muito pouco tempo! Pode apostar! :)

E que venha a MUDANÇA!!!!!!!!