segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Festa sem música não é festa!

Antes que o fim do ano acabe realmente, encontrei a canção que embalará as festas do todos nós. Então, vamos à música!

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"Fim de Ano", Francisco Alves e David Nasser

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Adeus ano velho
Feliz Ano Novo
Que tudo se realize
No ano que vai nascer.
Muito dinheiro no bolso
saúde pra dar e vender

Para os solteiros
Sorte no amor
Nenhuma esperança perdida

Para os casados
Nenhuma briga
Paz e sossego na vida

E o Fim do Ano Chegou!

Adeus Ano Velho!

Feliz Ano Novo!

Lá lá lá lá lá...................

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Por problemas graves de memória, não foi possível completar a canção. Porém, apesar da falha, gravíssima, o blog PALAVRA ESCRITA deseja a todos os leitores e leitoras um Maravilhoso Ano Novo, repleto de Alegrias, Felicidades, Paz, Saúde, Dinheiro (para pagar as dívidas do começo do ano), Sucesso, Amor, Trabalho, Viagens e Muita LITERATURA. Porque sem ela a vida se torna um eterno Ano Velho!

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Acabou!!!!!

Demorou, mas acabou! Eis que chega ao fim mais um ano letivo. E pensar que foram exato 200 dias de lições, trabalhos, provas e seminários, etc. Enfim, 2007 acabou, terminou, finalizou, foi desta para uma melhor! Entretanto, não é possível, ainda, dizer se esse ano letivo foi bom ou não, pois sua conclusão é recente. Faz pouco mais de uma semana que ele terminou. Logo, não dá para dizer algo sobre ele. Mas a sensação que fica... não é das melhores.

2007 foi sem sombra de dúvida um ano difícil. Com inúmeros desafios, obstáculos e problemas. Enfrentei novos projetos, que até este ano me eram desconhecidos. Atravessei muralhas muito maiores que as da China. Fugi de pedras gigantescas que rolavam mais rápidos que as de Indiana Jones. Claro que estou sendo extremamente subjetiva, mas vamos às dificuldades.

Ao contrário dos outros anos, trabalhei em dois períodos e com mais gente. Gente pequena, que ainda está descobrindo o mundo e a vida. Não posso negar que foi divertido, contudo chegou uma hora que as coisas que pareciam ser divertidas se tornaram complicadas. Por mais se fizesse, ou se falasse, era mais fácil sentar e esperar as coisas acontecerem.

Segundo momento difícil: dois caminhos tão parecidos, mas com tantas diferenças.


Se o meu primeiro ano como professora foi desafiador, o terceiro foi assustador e super, hiper, mega problemático. Sempre enfrentei obstáculos, que me ajudaram a ser o que sou hoje. Porém, este ano a barreira foi digna de guerra fria. No melhor estilo USA versus USSR. Agora se você é um leitor muito novo, pensa nesta imagem: X-men versus Vingadores! É a mesma coisa. Claro que eu era os mutantes, mas... troca à imagem. Era X-men versus Magneto, Apocalipse, Bastion, Sentinelas... Enfim, todos os inimigos dos mutantes dentro de uma sala só! Só tem um detalhe: era 1 contra 40, mais ou menos (na realidade, era menos que isso, mas como eu sou péssima em número, fiquemos no 40).

Provavelmente, o leitor atento vai dizer que estou fazendo drama ou exagerando. Certo! Estou aumentando um pouco, contudo as brigas eram tão freqüentes, que algumas vezes pensei ser um dos X-men lutando desesperadamente contra várias Sentinelas. Ademais, senti-me a pior professora do mundo. Por mais que tentasse, não conseguia fazer a única coisa que sei fazer: ensinar. Entretanto, ainda magoada com tudo o que aconteceu, algo me diz que esse empate será importante, essencial num futuro próximo. Mesmo que o esqueça, as lições permanecem e colaborarão para o meu crescimento, de algum modo. O problema só está no quando vou usá-las. Espero saber o quando.

Sinceramente, 2007 não deixará saudades. Ao contrário, por um minuto, pensei que ele jamais acabaria, contudo, ele acabou. Dia 21 de dezembro, o ano mais longo da minha vida terminou. E ficará onde deve ficar: na memória, como uma velha história que só retornará quando alguém resolver contá-la.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Feliz Natal

É véspera de Natal. Véspera de reunir a família e comemorar o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Véspera de trocar presentes, amor e alegrias. Véspera de esquecer o passado e de esperar o futuro. Um futuro com mais paz, com mais alegrias, com mais felicidade.

Então, Feliz Natal para todos os leitores do blog PALAVRA ESCRITA. E que o espírito natalino ilumine a todos, sem exceção!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

A crise da folha de papel em branco

Quem acompanha este fabuloso blog, já deve ter notado que ele não é constantemente atualizado. Quando não é a falta de tempo por parte da autora, é a folha de papel em branco que atormenta esta que vos fala.

É algo grave, que ataca de vez em sempre. Principalmente, quando preciso escrever. Como numa luta entre herói e vilão, a folha de papel em branco surge onipotente e poderosa, pois sabe que eu, o escritor, não tenho chance contra ela. Não tenho chance contra ela??? Como? Ela é uma folha de papel e eu sou um ser humano! Nem na mais maluca das histórias, o papel ganha do homem. Tem alguém bebendo por aqui! Rsrsr

Mas piadas a partes, a luta entre papel e escritor tem me afligindo frequentemente. É como se me faltassem idéias ou palavras. Na realidade, idéias tenho ao montes, contudo falta-me o click para colocá-las no papel. Não que eu escreva motivada por algum espírito divino ou por alguma musa grega ou romana, ao contrário, sempre escrevi inspirada pela razão, pela lógica de que posso comandar a mente e escrever. Porém, descobri que, às vezes, por mais que as idéias estejam doidas para pularem na folha em branco, elas precisam de um estralo para fluírem tranquilamente do mundo das idéias para o mundo matéria.

A imagem é bastante filosófica, não? Mas ela explica perfeitamente a crise entre autor e papel, pois diante dela é inevitável não chorar ou se angustiar. Se as idéias não chegam à folha, não há texto, e se não há texto, não há leitor. E sem leitor, não há escritor que sobreviva, porque é dessa relação, autor e leitor, que nasce a pequena e a Grande Literatura. Que o diga Antonio Candido.

sábado, 15 de dezembro de 2007

Quando a palavra é mais forte que a espada

À medida que nascem os textos que habitaram este blog, ressurgem do passado imemorial algumas histórias, em geral fragmentadas, do meu contato com a palavra escrita e, consequentemente, com a Literatura.

Uma dessas histórias era a de um livro. Lembro-me claramente que era lilá e na capa tinha uma ilustração, retirada de uma das histórias. Além disso, suas folhas eram firmes, como a destes livros infantis feitos de papelão. Porém, o que me atraia nele não era a cor ou o material de que era feito, e sim a história ali presente.

O livro tinha duas narrativas. A primeira era Aladim e a Lâmpada Mágica. E a segunda, Ali Baba e os Quarenta Ladrões. Das duas histórias, a mais lida e relida era a do Ali Baba. E acredite, ela era relida constantemente!!!! Eu tinha... Não. Ainda tenho uma grande paixão por esse texto. Quem dera se pudesse tê-lo em mãos...

“Abre-te sésamo!”

Com uma força mágica inexplicável, uma parte de minha infância foi marcada pela palavra “Abre-te sésamo!”. Cada vez que Ali Babá dizia “Abre-te sésamo!” diante daquela caverna repleta de tesouros magníficos, abria-se também uma outra, que só ganharia concretude anos depois: a paixão pela palavra escrita.

De repente, não mais que de repente, as histórias lidas e ouvidas, quando criança, ganharam significado. Mais do que isso, ganharam um colorido que jamais imaginei que elas possuíssem. Porém, essa descoberta ocorreu há pouco tempo, numa das inúmeras sessões da tarde da vida, quando assisti ao filme As Mil e Uma Noites.

Dentre as mil e uma histórias contadas por Sherazar para entreter o sultão, eis que se inicia a narrativa de Ali Babá, que por um acaso do destino, descobre o esconderijo de 40 ladrões. Atento a toda a movimentação do bando, Ali Babá guarda não só o caminho da caverna com os vários tesouros, como também a palavra que abre a caverna: “Abre-te sésamo!”.

Foi inevitável não me lembrar do antigo livro, da antiga história e, principalmente, o que aquela narrativa deixou em mim! Confesso que além da lembrança, a emoção surgiu também, marcando-me profundamente. Entretanto, mais que lembranças e emoções, essa história revelou-me algo a mais: minha paixão pela palavra escrita e consequentemente, pela Literatura.

Se hoje tenho uma fortíssima ligação e paixão pela Literatura, provavelmente ela nasceu durante as inúmeras leituras de Ali Baba e os Quarenta Ladrões. A cada nova leitura, a semente da Literatura era plantada, para floresce anos mais tarde e não morrer jamais. Claro que essa história não foi a única a influenciar-me, porém ela foi a Primeira, a Origem de todo um trabalho que pouco a pouco cresce esperando o momento certo para dar os frutos. Na verdade, a semente literária já deu frutos. Um deles é este blog, que lentamente vai desabrochando em meio ao caos climático que aponta no horizonte.

É natural, portanto, que este espaço virtual se chame PALAVRA ESCRITA. É obvio e evidente, especialmente, depois de tudo que comentei anteriormente. A palavra é, para mim, pedra chave, mola principal na construção do texto, seja ele ficção ou dissertação. Para a palavra não existe limite ou restrição, pois a palavra é dona de uma força superior a milhões, bilhões e trilhões de espadas. Porque enquanto esta marca o corpo, aquela marca a alma, profunda e eternamente.

sábado, 1 de dezembro de 2007

1º de Dezembro: Dia Mundial de Luta Contra a Aids



A foto acima, tirada do Uol Ciência e Saúde, mostra um soropositivo contando tabletes de drogas anti-HIV, na Tailândia. O curioso nessa imagem é as luvas com estampa de ursos pandas, sugerindo um ar quase infantil para uma doença tão mortal, como a Aids.