terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Uma pausa para...

PENSAR!
 
Se você, caro leitor, pensou que este blog e sua autora tinham ido pular carnaval, enganou-se! Aproveitei os dias de folia para pensar! Pensar na vida e em tudo que compõe a vida!
 
Às vezes tenho uma grande vontade de ir para um ilha deserta levando apenas meus cds e meus livros, além de um belo estoque de chocolate, e ficar lá até que a humanidade pare de ser tão estupida. Ou até eu ter aprendido a como lidar com isso!
 
 
 
 
 
 
Enquanto isso não acontece, sigo em frente com a cabeça erguida e determinada a fazer o que acho certo! O que eu tenho certeza que é o melhor para mim! Se os outros não aceitam, paciência! Até um minuto atrás (na verdade, várias horas atrás)...
 
Enquanto navegava na net, descobri o blog Escreva Lola Escreva, da professora Lola Aronovich. Ah foi a luz que eu precisava na minha vida! Ela escreve sobre inúmeros assuntos, como Literatura (eba!), Feminismo, Política, Cinema e Chocolate (depois de Literatura é o meu assunto preferido!).
 
 
Dentre vários post do blog (e são muitos mesmo!) cito dois.
 
O primeiro é a crítica do filme Lincoln. A resenha é divertida (adorei quando ela diz, que o é um filme tedioso sobre tempos estanhos) e ao mesmo tempo informativa, como na parte em que explica a diferença entre os principais partidos políticos nos Estados Unidos da América. O segundo texto foi sobre o livro (sensação do momento) Cinquenta tons de cinza. Confesso que depois da leitura do texto, vou demorar um pouco mais (muito mais mesmo) para ler o livro.

 
E como disse anteriormente, o blog tem vários textos. E ainda que fale de assuntos diferentes, há um ponto comum: sensibilidade. Mesmo quando o assunto é uma tragédia, como a de Santa Maria, por exemplo, Lola revela um olhar critico e ao mesmo tempo delicado sobre o fato. E foi isso que me conquistou. A delicadeza com que ela olha a vida e nos mostra.

 
E é isso que vou perseguir a partir de agora: uma vida segura e, principalmente, delicada. Porque a vida é isto: simplicidade, sensibilidade e delicadeza. Mas sempre com um toque de firmeza, da minha parte!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Diário de um TCC: dia 5

Eu estou atrasada! Muito atrasada. Hoje é dia 6 de fevereiro e já devíamos estar no dia 9 do nosso Diário de um TCC. Porém, problemas técnicos (encontro com as amigas, volta às aulas e preparação de aula) prejudicaram a sequência numérica. E como diz o ditado: antes tarde do que nunca.
 

 
 
 
 
Mas vamos ao que interessa: ao TCC ou às leituras? Porque do primeiro dia do mês até agora eu só li. Li. Li. E escrevi.
  


 
 
 
Ler e escrever. Dupla inseparável e indispensável na minha vida pessoal e acadêmica. Desde que me lembro, gosto de ler e de escrever. Tanto que tenho um blog. E me preparo para escrever uma monografia. Apesar da grandiosidade do trabalho, é no escrever que me realizo. É neste momento que expresso toda a minha paixão pelas palavras e pela Literatura.

 
 
 
 
 
 
Porém, só há escrita quando há leitura. É no ato de ler que as ideias surgem, as palavras aparecem e o texto nasce. E como disse na postagem anterior, as leituras continuam, contudo com uma pequena diferença: com escrita. Com muita escrita. E muita leitura, e muita escrita, leitura, escrita, leit.... 
 
 

 
 
 
Voltemos para as leituras e para a escrita!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Diário de um TCC: dia 4

E as leituras continuam....

 

 
(Haja papel!)
 
 
 

mas algumas já terminam!
 
 



(Ótimo livro sobre o foco narrativo. Linguagem agradavél e bastante clara.)
 
 
 
 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Diário de um TCC: dia 3

Teste mais ou menos rápido!

 

Quantos livros são necessários para se fazer um TCC?

 

  

 

 


Quantos você conseguir ler.





PS: a quantidade pode aumentar! :P
 

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Diário de um TCC: dia 2

É sábado. Um calor tremendo, quase insuportável. Para refrescar a mente e, quem sabe, a alma, você resolve tomar um sorvete. Diante da bancada repleta de sabores, você começa a ponderar, a pensar, e depois de muitos minutos escolhe o sorvete que vai tomar.
 
 
Claro que a situação acima é fictícia, especialmente para o tempo de hoje (que frio!!), porém, ela tem a ver com o escolher o objeto de estudo de um TCC. Ainda que escolher o sabor do sorvete não tenha muita relação com a escolha do tema do TCC, as duas situações têm um ponto comum: o sabor ou o objeto de pesquisa foram escolhidos a partir de motivos particulares ou não.

 

 
O que me motivou estudar Clarice Lispector e o conto “O ovo e a galinha” foi, além da curiosidade pelo texto, o fascínio que a autora e sua obra despertaram em mim. E despertou em tantos outros estudiosos, como o meu antigo professor de Literatura, Ricardo Iannace.
 
E agora, por que estudar Bernardo Carvalho? Não seria mais fácil continuar com Clarice? É obvio que seria muito mais prático, simples, estudar Clarice Lispector uma vez que já conheço (um pouquinho, né?) sua escrita, seus textos. Porém, quando a curiosidade surge, fica difícil manter-se no caminho original.
 
 
Sim, a resposta é boba! Mas, não foi só a curiosidade que pesou, outros elementos contribuíram para escolher Bernardo Carvalho. São eles: a exaltação da ficção, a presença do mistério policial, a ficcionalização do real e a reflexão do fazer literário assim como do valor literário.
 
 
 
Claro que não há só essas questões, mas entre estas, uma tem a minha atenção: o fazer literário e como isso aparece no corpo do romance. E isso me atrai mais que sorvete de chocolate (mentira, eu adoro chocolate e literatura!). Adoro descobri como o autor elabora seus textos, assim como adoro saber como se fabrica barras de chocolate.
 
É obvio que os motivos são mais pessoais do que públicos, porém, ao escolher um objeto em detrimento de outro envolve interesses particulares, além dos coletivos, porém é a partir de um desejo seu, de uma curiosidade sua, que surge as soluções e as respostas para o mundo.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Diário de um TCC: às vezes é preciso parar um pouco

Quem acompanha o Palavra Escrita sabe que paro muito, ou seja, não atualizo constantemente o blog. E geralmente, faço isso sem aviso prévio. Mas às vezes eu informo que vou parar... um pouco. Outra coisa que não costumo fazer também é comentar fatos importantes que acontecem, a não ser que tenha relação com Literatura.
 
Porém, diante do que ocorreu na madrugada de ontem, em Santa Maria/RS resolvi parar um pouco. Quando acontecem tragédias como essa é impossível não se emocionar, não se comover, não se revoltar, não chorar.
 
A diversão transformou-se em desolação. A animação transformou-se em desespero. A comemoração transformou-se em tristeza. A música já não toca mais. O único som que se escuta agora é a do choro de inúmeras famílias que perderam seus filhos e filhas, seus pais e mães.
 
Hoje dedico este espaço às vítimas, em sua grande maioria estudantes da UFSM, que assim como eu também estavam pesquisando e provavelmente escrevendo seus TCC´s, e que infelizmente tiveram suas vozes sufocadas pela fumaça negra do incêndio. Espero, porém, que o silêncio forçado de tantas ideias transforme-se em energia para que fatos como esse nunca mais se repita. E que a balada do fim de semana seja apenas uma balada de fim de semana.

Espaço para uma crônica

  A noite do barulho   Era 1h50 da manhã de sexta-feira quando fui dormir. Um pouco tarde, eu sei, mas o sono tem se atrasado ultimament...