“O Relógio” Vinícius De Moraes*
Passa, tempo, tic-tac
Tic-tac, passa, hora
Chega logo, tic-tac
Tic-tac, e vai-te embora
Passa, tempo
Bem depressa
Não atrasa
Não demora
Que já estou
Muito cansado
Já perdi
Toda a alegria
De fazer
Meu tic-tac
Dia e noite
Noite e dia
Tic-tac
Tic-tac
Tic-tac . . .
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* Jornal da Poesia
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Enquanto espero, escuto uma canção
“Nesta Rua”, Cantigas Populares*
Idioma original: Português
Se esta rua se esta rua fosse minha
Eu mandava, eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhante
Para o meu, para o meu amor passar
Nesta rua, nesta rua, tem um bosque
Que se chama, que se chama, Solidão
Dentro dele, dentro dele mora um anjo
Que roubou, que roubou meu coração
Se eu roubei, se eu roubei seu coração
É porque tu roubastes o meu também
Se eu roubei, se eu roubei teu coração
É porque eu te quero tanto bem
Idioma original: Português
Se esta rua se esta rua fosse minha
Eu mandava, eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhante
Para o meu, para o meu amor passar
Nesta rua, nesta rua, tem um bosque
Que se chama, que se chama, Solidão
Dentro dele, dentro dele mora um anjo
Que roubou, que roubou meu coração
Se eu roubei, se eu roubei seu coração
É porque tu roubastes o meu também
Se eu roubei, se eu roubei teu coração
É porque eu te quero tanto bem
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terça-feira, 1 de setembro de 2009
E que venha a Primavera!
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Convite: O Mundo Mendelévio e o Planeta Telúria

Se você não conhece o João Marcos, o blog Mundo de Mendelévio e nem as histórias do Mendelévio e da Telúria, está ai uma ótima oportunidade de conhecê-los! Tenho certeza que você irá se apaixonar!
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Um poema para alegra a semana!
“A um passarinho”, Vinicius de Moraes*
Para que vieste
Na minha janela
Meter o nariz?
Se foi por um verso
Não sou mais poeta
Ando tão feliz!
Se é para uma prosa
Não sou Anchieta
Nem venho de Assis.
Deixa-te de histórias
Some-te daqui!
*
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* Jornal da Poesia
Para que vieste
Na minha janela
Meter o nariz?
Se foi por um verso
Não sou mais poeta
Ando tão feliz!
Se é para uma prosa
Não sou Anchieta
Nem venho de Assis.
Deixa-te de histórias
Some-te daqui!
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* Jornal da Poesia
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
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