terça-feira, 27 de maio de 2008

Pausa na Programação

Informativo da Palavra

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Recebemos novas informações sobre o grupo que chega dia 1 de junho! Segundo tais informações, esse grupo é pacífico e trabalha com arte! Porém, não soubemos determinar que tipo de arte é esta! Se é arte arte ou arte bagunça. (Esperamos que seja arte arte!)
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ATENÇÃO!!!!
O grupo acaba de nos enviar um bilhete (?!).
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Dia 1 de junho está chegando! Não se esqueça!!!! :)
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Agora a pergunta que não quer calar! O que é que está chegando????

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Voltamos a programação normal

... bastante assuntado e gritando para que todos se saíssem do trem! “Salvassem!” “Vamos morreeeeeeeeeeeeeeeeeeeeer!!!” E saiu desesperado e gritando socorro! O blog, ainda atordoado com o que ouviu, agarrou sua mala e pós a correr para a porta. Porém, ele não foi o único a ter essa idéia: todos os passageiros fizeram o mesmo, criando um tumulto enorme!

Em meio a toda aquela confusão, o blog é emburrado e cai em cima de um fotolog, que apavorado, começa a agredi-lo pensando ser um assalto ou algo do gênero! “Sai ladrão! Bandido! Horroroso!” “Saaaaaaaaaai!

Calma! Ai! Eu não sou ban... não sou bandido! Ai! Eu fui emburrad... ai!”, diz blog tentando se defender do fotolog. “Mentira! Você quer me roubar! Fora ladrão!”, fala o fotolog que continua batendo, até que o blog grita: “PARAAAAAAAAAAAAAAA!!! Eu já disse: eu não sou LADRÃO! Mas posso abrir uma exceção pra você!" fazendo o fotolog parar na mesma hora.

Envergonhado, fotolog pede desculpas e explica que o barulho, o maquinista gritando o deixou assustado a ponto de pensar que poderia ser roubado. “Roubado num trem que acaba de explodir? Acho que você anda vendo muito filme de assalto a trem!”, responde blog com cara de poucos amigos.

Já de pé, fotolog arregala os olhos não acreditando no que ouve e responde transtornado e, claro, doido da vida: “E eu sou fotolog que fica vendo TV! Eu sou um fotolog importante e ocupadíssimo! Estava indo para uma reserva natural registra os últimos avanços na preservação dos micos-leão dourados e de lá, eu iria para a Europa, fotografar os protestos Pró-Tibete, e depois, iria para a China, documentar os estragos feito pelo recente terremoto e depois...”

Chega! Já entendi! Você é um fotolog jornalístico que fica fotografando tudo o que vê...”. À medida que falava, o blog percebe que ali estava o texto que tanto procurava para postar em suas páginas: as imagens que o fotolog guardava em suas páginas.

Notando a busca mudança de humor no blog, o fotolog fica assustado e pergunta-lhe se estava tudo bem, imaginando que os seus murros provavelmente o tinham afetado gravemente. Com um sorriso nos lábios, o blog responde que estava tudo bem, e pede-lhe desculpas pela grosseria dita. Ainda desconfiado, o fotolog agradece, quando de repente ...

Pausa na programação

Informativo da Palavra
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Eles estão chegando!
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Quem são eles? O que fazem? O que querem? Ainda não temos maiores informações, a não ser que eles chegão dia 1 de junho!
Maiores informações, a qualquer momento, aqui neste mesmo blog-canal!

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Era uma vez....

...num reino virtual distante, um blog triste e infeliz! Vaga horas e horas buscando um texto que pudesse ser postado em suas páginas virtuais. Mas ninguém queria ser postado num blog tão desconhecido como ele.

A cada não que ouvia ou lia, o blog ficava triste. Porém, logo se animava e recomeçava a sua busca. E não durava muito sua alegria, novamente recebia um sonoro "NÃAAAAAAAAAAAAO" e tudo voltava a ser tristeza e infelicidade!

Cansado de buscar textos e de ler não, o blog resolveu partir. Arrumou as suas coisas e foi viajar! Decidido e determinado, iria encontrar um texto que aceitaria ser postado em suas páginas! Os amigos diziam que era loucura, que se ali ninguém queria ser postado, imagina no estrangeiro. Mas o blog não queria saber, estava certo que longe dali acharia o texto certo para ser postado em suas páginas! E lá foi o blog, com mala e cuia na mão!
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Durante a viagem, ele imaginava o que encontraria pela frente, que tipos de textos cruzariam seu caminho e se aceitariam sua proposta. De repente ouviu uma explosão!!! Bummmmmmmmm "O que foi isso???", diz o blog assustado e temendo a resposta! Nisto, aparece um homem...
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Agora uma palavrinha dos nossos patrocinadores!!!!

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Dia do Trabalhador ou Dia do Descanço do Trabalhador?

Como todos sabem, dia 1º de maio é Dia do Trabalhador! Sendo assim, neste dia 1º o blog Palavra Escrita não terá expediente! Afinal, todos nós somos trabalhadores, não?

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Devagaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaar!

Confesso! Sou uma pessoa muito da preguiçosa!

Abril está se fechando e eu não escrivi nada! Não atualizei nada! Não fiz nada! Assim este blog vai loooooooooooooooooooooooonge! Mas isso vai mudar! Quando?

Por favor, não façam perguntas difíceis!

quarta-feira, 2 de abril de 2008

!Poesía, poesía y más poesía!

"El guardián de los libros", Jorge Luis Borges*

Ahí están los jardines, los templos y la justificación de los templos,
La recta música y las rectas palabras,
Los sesenta y cuatro hexagramas,
Los ritos que son la única sabiduría
Que otorga el Firmamento a los hombres,
El decoro de aquel emperador
Cuya serenidad fue reflejada por el mundo, su espejo,
De suerte que los campos daban sus frutos
Y los torrentes respetaban sus márgenes,
El unicornio herido que regresa para marcar el fin,
Las secretas leyes eternas,
El concierto del orbe;
Esas cosas o su memoria están en los libros
Que custodio en la torre.
Los tártaros vinieron del Norte
En crinados potros pequeños;
Aniquilaron los ejércitos
Que el Hijo del Cielo mandó para castigar su impiedad,
Erigieron pirámides de fuego y cortaron gargantas,
Mataron al perverso y al justo,
Mataron al esclavo encadenado que vigila la puerta,
Usaron y olvidaron a las mujeres
Y siguieron al Sur,
Inocentes como animales de presa,
Crueles como cuchillos.
En el alba dudosa
El padre de mi padre salvó los libros.
Aquí están en la torre donde yazgo,
Recordando los días que fueron de otros,
Los ajenos y antiguos.
En mis ojos no hay días. Los anaqueles
Están muy altos y no los alcanzan mis años.
Leguas de polvo y sueño cercan la torre.
¿A qué engañarme?
La verdad es que nunca he sabido leer,
Pero me consuelo pensando
Que lo imaginado y lo pasado ya son lo mismo
Para un hombre que ha sido
Y que contempla lo que fue la ciudad
Y ahora vuelve a ser el desierto.
¿Qué me impide soñar que alguna vez
Descifré la sabiduría
Y dibujé con aplicada mano los símbolos?
Mi nombre es Hsiang. Soy el que custodia los libros,
Que acaso son los últimos,
Porque nada sabemos del Imperio
Y del Hijo del Cielo.
Ahí están en los altos anaqueles,
Cercanos y lejanos a un tiempo,
Secretos y visibles como los astros.
Ahí están los jardines, los templos.





O Guardião dos Livros”**

Ai estão os jardins, os templos e a justificação dos templos,
A exata música e as exatas palavras,
Os sessenta e quatro hexagramas,
Os ritos que são a única sabedoria
Que outorga o Firmamento aos homens,
O decoro daquele imperador
Cuja serenidade foi refletida pelo mundo, seu espelho,
De sorte que os campos davam seus frutos
E as torrentes respeitavam suas margens,
O unicórnio ferido que regressa para marcar o fim,
As secretas leis eternas,
O concerto do orbe;
Essas coisas ou sua memória estão nos livros
Que custodio na torre.

Os tártaros vieram do Norte
em crinados potros pequenos;
Aniquilaram os exércitos
Que o Filho do Céu mandou para castigar sua impiedade,
Ergueram pirâmides de fogo e cortaram gargantas,
Mataram o perverso e o justo,
Mataram o escravo acorrentado que vigia a porta,
Usaram e esqueceram as mulheres
E seguiram para o Sul,
Inocentes como animais de presa,
Cruéis como facas.
Na aurora dúbia
O pai de meu pai salvou os livros.
Aqui estão na torre onde jazo,
Recordando os dias que foram de outros,
Os alheios e antigos.

Em meus olhos não há dias. As prateleiras
Estão muito altas e não as alcançam meus anos.
Léguas de pó e sonho cercam a torre.
Por que enganar-me?
A verdade é que nunca soube ler,
Mas me consolo pensando
Que o imaginado e o passado já são o mesmo
Para um homem que foi
E que contempla o que foi a cidade
E agora volta a se;. o deserto.
Que me impede sonhar que alguma vez
Decifrei a sabedoria
E desenhei com aplicada mão os símbolos?
Meu nome é Hsiang. Sou o que custodia os livros,
Que talvez sejam os últimos,
Porque nada sabemos do Império
E do Filho do Céu.
Aí estão nas altas estantes,
A um tempo próximos e distantes;
Secretos e visíveis como os astros.
Aí estão os jardins, os templos.

in Elogio da Sombra, Tradução Carlos Nejar e Alfredo Jacques





fontes: SoloLiteratura*, Kplus**

Espaço para uma crônica

  A noite do barulho   Era 1h50 da manhã de sexta-feira quando fui dormir. Um pouco tarde, eu sei, mas o sono tem se atrasado ultimament...